<rss version="2.0"><channel><title>GNBC - Guia de Negócio Bacia de Campos</title><description>descrição</description><copyright>Copyright</copyright><generator>Gerador de Rss</generator><item><title>Conexão Prominp gera oportunidades em Macaé </title><category>Notícia</category><link>http://www.gnbc.com.br/gnbc/detalhenoticia.aspx?id=ED2D6CA9-0B32-4FDA-940C-650C2B18DC93</link><description>&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A oportunidade de conseguir um emprego na área de petróleo e gás está mais perto para os ex-alunos do Plano Nacional de Qualificação Profissional (PNQP) do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) que começaram a participar nesta quarta-feira (22) na sede do Senai, em Macaé, do projeto Conexão Prominp. No primeiro dia do evento, três empresas parceiras começaram a realizar entrevistas com os alunos qualificados, que estão sendo selecionados para cerca de 1 mil vagas de emprego. O projeto continua nesta quinta-feira, e só pode participar quem fez a inscrição anteriormente.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Na abertura do evento, representando o gerente geral da Unidade de Operações da Petrobras na Bacia de Campos (UO-BC), Joelson Falcão Mendes, o gerente de Operações e Manutenção da unidade, Roberto Campello, ressaltou a importância da parceria das empresas, que estão dando aos ex-alunos do Prominp a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;- O Prominp, hoje, é considerado o único caminho para resolvermos os problemas de falta de obra qualificada a curto e médio prazo. A demanda é grande, pois teremos até 2017 muitos desafios nas áreas de poços, manutenção e montagem. Em pouco tempo, teremos aqui na Bacia mais quatro unidades de manutenção. E cada uma vai gerar a necessidade de, pelo menos, mais 300 profissionais, destacou.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O gerente regional do Senai, Luiz Eduardo Campino, lembrou que a qualificação profissional é fundamental para o ingresso no mercado de trabalho, principalmente no setor de petróleo e gás.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; - Hoje, vivemos uma nova era: o emprego bate na nossa porta. Mas sem qualificação, não existe chance. Os ex-alunos do Prominp já começam com um diferencial, assim como os ex-alunos do Senai. O projeto Conexão Prominp oferece aos seus ex-alunos a chance de estar no lugar certo e na hora certa, comentou.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Neste primeiro dia de evento, participaram da seleção as empresas Odebrecht, Escon e Noble, que entrevistaram os candidatos na sede do Senai. De acordo com a coordenadora regional do Prominp, Eliete Rosado, esta é a oportunidade para um primeiro contato com as empresas.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;- Cada aluno é entrevistado por apenas uma empresa, oferecendo assim mais chances para todos. O Conexão Prominp foi considerado a melhor prática de aproximação entre alunos formados pelo programa e empresas que demandam mão de obra qualificada. Tanto que esta é a segunda vez que realizamos o projeto, que já foi levado a dois outros estados, explicou.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A analista de Recursos Humanos da Noble, Priscila Esteves, lembrou que os alunos Prominp sempre apresentam um diferencial em relação a outros candidatos. “São pessoas que estão bem qualificadas e que realmente estão interessadas em conseguir uma oportunidade”, disse. A analista de Recrutamento da Escon, Rita de Assis Ribeiro, concorda e lembra que a empresa já contratou cerca de 80 alunos formados pelo Prominp.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;E o processo para a contratação é rápido. De acordo com o analista de Recursos Humanos da Odebrecht, Luiz Felipe Miranda, depois da primeira conversa no Conexão Prominp, o candidato que for selecionado passa por provas práticas, teóricas e exames médicos. “Dando tudo certo, em no máximo 20 dias a pessoa assina o contrato e começa os treinamentos para o trabalho”, explicou.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Foi à procura de uma chance que a diarista Nedina Marques, 33 anos, participou da entrevista. Ex-aluna de caldeiraria, ela sonha em mudar de profissão e viu no Conexão Prominp a chance de ficar frente a frente com as empresas. “Se tudo der certo, vou começar vida nova, em uma carreira na qual terei chances de crescimento. Sem contar que terei um emprego fixo, com benefícios que não tenho hoje”, comentou, animada.&lt;/font&gt;</description><pubDate>2013-05-23T00:00:00</pubDate></item><item><title>Conexão Prominp gera oportunidades em Macaé </title><category>Notícia</category><link>http://www.gnbc.com.br/gnbc/detalhenoticia.aspx?id=8D420E2F-3796-47D9-A6A8-1387625494E7</link><description>&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A oportunidade de conseguir um emprego na área de petróleo e gás está mais perto para os ex-alunos do Plano Nacional de Qualificação Profissional (PNQP) do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) que começaram a participar nesta quarta-feira (22) na sede do Senai, em Macaé, do projeto Conexão Prominp. No primeiro dia do evento, três empresas parceiras começaram a realizar entrevistas com os alunos qualificados, que estão sendo selecionados para cerca de 1 mil vagas de emprego. O projeto continua nesta quinta-feira, e só pode participar quem fez a inscrição anteriormente.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Na abertura do evento, representando o gerente geral da Unidade de Operações da Petrobras na Bacia de Campos (UO-BC), Joelson Falcão Mendes, o gerente de Operações e Manutenção da unidade, Roberto Campello, ressaltou a importância da parceria das empresas, que estão dando aos ex-alunos do Prominp a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;- O Prominp, hoje, é considerado o único caminho para resolvermos os problemas de falta de obra qualificada a curto e médio prazo. A demanda é grande, pois teremos até 2017 muitos desafios nas áreas de poços, manutenção e montagem. Em pouco tempo, teremos aqui na Bacia mais quatro unidades de manutenção. E cada uma vai gerar a necessidade de, pelo menos, mais 300 profissionais, destacou.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O gerente regional do Senai, Luiz Eduardo Campino, lembrou que a qualificação profissional é fundamental para o ingresso no mercado de trabalho, principalmente no setor de petróleo e gás.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; - Hoje, vivemos uma nova era: o emprego bate na nossa porta. Mas sem qualificação, não existe chance. Os ex-alunos do Prominp já começam com um diferencial, assim como os ex-alunos do Senai. O projeto Conexão Prominp oferece aos seus ex-alunos a chance de estar no lugar certo e na hora certa, comentou.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Neste primeiro dia de evento, participaram da seleção as empresas Odebrecht, Escon e Noble, que entrevistaram os candidatos na sede do Senai. De acordo com a coordenadora regional do Prominp, Eliete Rosado, esta é a oportunidade para um primeiro contato com as empresas.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;- Cada aluno é entrevistado por apenas uma empresa, oferecendo assim mais chances para todos. O Conexão Prominp foi considerado a melhor prática de aproximação entre alunos formados pelo programa e empresas que demandam mão de obra qualificada. Tanto que esta é a segunda vez que realizamos o projeto, que já foi levado a dois outros estados, explicou.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A analista de Recursos Humanos da Noble, Priscila Esteves, lembrou que os alunos Prominp sempre apresentam um diferencial em relação a outros candidatos. “São pessoas que estão bem qualificadas e que realmente estão interessadas em conseguir uma oportunidade”, disse. A analista de Recrutamento da Escon, Rita de Assis Ribeiro, concorda e lembra que a empresa já contratou cerca de 80 alunos formados pelo Prominp.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;E o processo para a contratação é rápido. De acordo com o analista de Recursos Humanos da Odebrecht, Luiz Felipe Miranda, depois da primeira conversa no Conexão Prominp, o candidato que for selecionado passa por provas práticas, teóricas e exames médicos. “Dando tudo certo, em no máximo 20 dias a pessoa assina o contrato e começa os treinamentos para o trabalho”, explicou.&lt;/font&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;br style='font-family: "Segoe UI",Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: medium;'&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Foi à procura de uma chance que a diarista Nedina Marques, 33 anos, participou da entrevista. Ex-aluna de caldeiraria, ela sonha em mudar de profissão e viu no Conexão Prominp a chance de ficar frente a frente com as empresas. “Se tudo der certo, vou começar vida nova, em uma carreira na qual terei chances de crescimento. Sem contar que terei um emprego fixo, com benefícios que não tenho hoje”, comentou, animada.&lt;/font&gt;</description><pubDate>2013-05-23T00:00:00</pubDate></item><item><title>Petrobras prevê 4 milhões de barris por dia em sete anos</title><category>Notícia</category><link>http://www.gnbc.com.br/gnbc/detalhenoticia.aspx?id=7C8C60DA-66E2-4DA8-9F56-0900B7D04BFF</link><description>&lt;br&gt;A presidente da Petrobras, Graça Foster, disse&amp;nbsp; na&amp;nbsp;segunda-feira, que, daqui a sete anos, a empresa vai produzir quatro milhões de barris de petróleo por dia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;— E, mais um pouquinho, serão cinco milhões de barris de petróleo por dia — afirmou. Ela deu as declarações durante cerimônia de entrega do navio Zumbi dos Palmares à Petrobras Transporte S.A. (Transpetro), em Pernambuco. O evento contou com a presidente Dilma Rousseff e com o governador do Estado, Eduardo Campos (PSB).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Graça disse que o estaleiro vai produzir seis sondas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;— Vamos precisar de mais navios para buscar petróleo em alto-mar.Vamos fazer mais bonito do que já estamos fazendo — destacou. Ela afirmou que a Petrobras trabalha no projeto de um Centro de Tecnologia da Construção Naval Offshore para a produtividade.&lt;br&gt;</description><pubDate>2013-05-23T00:00:00</pubDate></item><item><title>Dirigível é a nova aposta da Engevix </title><category>Notícia</category><link>http://www.gnbc.com.br/gnbc/detalhenoticia.aspx?id=B15C85CB-C05B-4AF2-82B6-05E79369F0EB</link><description>&lt;br&gt;Diante do que se passou a chamar de "caos logístico" no Brasil, duas companhias brasileiras ligadas à infraestrutura buscaram uma invenção do século passado como alternativa moderna para o transporte de cargas: o dirigível.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O projeto começou a ser desenvolvido discretamente em uma unidade industrial em São Carlos (SP), próxima a centros de tecnologia e que abriga duas universidades de renome em engenharia. O projeto apareceu na lista de beneficiados com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2012 e receberá, ao todo, R$ 102,7 milhões da instituição.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O montante será usado pela fábrica recém-criada no desenvolvimento de um protótipo de dirigível movido a gás hélio que possa transportar 30 toneladas de carga. O veículo terá 12 metros de comprimento e velocidade de até 65 quilômetros por hora. No futuro, no entanto, a intenção é que a capacidade do veículo chegue a 200 toneladas e se transforme em um modal de relevância para o país para transportar diferentes tipo de cargas - inclusive commodities - e até pessoas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"É um projeto ousado", diz Gerson de Mello Almada, sócio-diretor da Engevix, ao Valor. "Para não usar outras palavras", completa em tom de brincadeira. Ligado à construção pesada, o grupo - que já possui participação em concessões de rodovias, aeroportos e hidrelétricas - tem 50% das ações da recém-criada Airship do Brasil, que vai desenvolver o veículo. A outra sócia, também com 50%, é a Transportes Bertolini - de serviços de logística. Além do financiamento, as empresas estão investindo outros R$ 20 milhões, aproximadamente, de maneira direta.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Embora no início a conversa possa despertar risos, pelas características inusitadas, aos poucos vai ganhando um tom mais sério. Além do transporte de cargas, está em desenvolvimento uma família de dirigíveis para fins militares. O plano é &lt;nobr&gt;&lt;a class="FAtxtL" id="FALINK_1_0_0" href="http://www.portosenavios.com.br/site/noticias-do-dia/industria-naval-e-offshore/22002-dirigivel-e-a-nova-aposta-da-engevix#"&gt;&lt;font color="#0066cc"&gt;oferecer&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/nobr&gt; os veículos - em conjunto com softwares - para defesa e segurança de eventos como os Jogos Olímpicos no Rio. Outro objetivo: servir de fornecedora para contratos do segmento de defesa da Engevix para as Forças Armadas. Os pequenos aeróstatos (veículos mais leves que o ar) lembram o funcionamento dos vants (veículos aéreos não tripulados), que têm diferentes aplicações - inclusive militares. No Brasil, os dirigíveis da Airship serão desenvolvidos em no máximo um ano, segundo os planos da empresa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A empresa defende que as vantagens do dirigível em relação a outros veículos - como helicópteros - está em ser livre de ruídos, ter pouca vibração e boa visibilidade. Além disso, diz a companhia, o dirigível sofre baixa interferência eletromagnética. Isso facilita o uso em missões de busca e salvamento, vigilância aérea, e apoio em situações de calamidade pública.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nos Estados Unidos, está em curso projeto semelhante. Um dirigível, desenvolvido pela empresa privada Aeros, recebeu financiamento equivalente a R$ 70 milhões da Nasa, agência espacial, e das Forças Armadas do país com o objetivo de, no futuro, transportar até tanques e tropas em guerras. A ideia é que a capacidade do veículo possa chegar a 500 toneladas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Aqui, o projeto da Airship também tem origens militares - já que se concretizou após pedido do Exército, em 1997, que buscava solução logística para o abastecimento de tropas afastadas, principalmente na Amazônia. Cinco empresas foram convidadas a participar, mas apenas a Engevix e a Bertolini continuaram.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Almada diz que o projeto em curso é viável e que há, inclusive, concorrentes estudando o assunto no país. "Por isso nem queríamos divulgar [a Airship] agora." O plano dos empresários é que o retorno sobre os investimentos realizados ocorra em no máximo sete anos, aplicando o serviço também em abastecimento de plataformas, fornecimento de peças para hidrelétricas de difícil acesso e para linhas de transmissão de energia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Paulo Fleury, professor e diretor do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), acredita que o dirigível pode ser uma solução interessante para país, principalmente para lugares afastados e para transporte de produtos de baixo valor agregado - como frutas e madeira. "Dirigível funciona e tem operação barata. Não vejo dificuldades técnicas", diz.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fleury diz que há potencial para que o dirigível se torne relevante na matriz de transportes. "Poderia se tornar algo que não é simplesmente marginal, mas de real importância." Ele pondera que deve haver testes para que o "novo" modal saia, de fato, do papel.&lt;br&gt;</description><pubDate>2013-05-23T00:00:00</pubDate></item><item><title>Oportunidade: mercado busca operadores de guindaste</title><category>Notícia</category><link>http://www.gnbc.com.br/gnbc/detalhenoticia.aspx?id=6989CF63-D26A-4264-A06B-AA531776657F</link><description>

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;Com a construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro
(Comperj), em Itaboraí, do Porto de Itaguaí e do Superporto do Açu, em São João
da Barra, o destaque vai para um profissional que está com a bola toda: o
operador de guindaste. Ele atua em todas as atividades relacionadas à
movimentação de cargas e içamento e pode trabalhar, também, na construção
civil, entre outras áreas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;Um operador de guindaste pequeno (com capacidade para 18
toneladas) tem salário em torno de R$ 2.400. Os condutores de guindastes
maiores e os funcionários de empresas da área naval podem ganhar até R$ 7 mil,
segundo Flávio Cordeiro Matias, instrutor de máquinas pesadas do Sest/Senat São
Gonçalo. A carga horária fica a cargo de cada empresa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;Apesar de sua importância e dos atraentes rendimentos
oferecidos, esse especialista está em falta no mercado. Diretora da Transportes
Carvalho (conhecida como Carvalhão), Miriam Carvalho explica que recebe muitos
currículos. No entanto, poucos têm a devida qualificação. Segundo ela, o setor
de logística passar por um apagão da mão de obra capacitada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;"Operar guindastes é uma das coisas mais perigosas do
mundo. Por isso, a pessoa precisa ser muito bem treinada. O profissional deve
ser equilibrado e reagir bem em qualquer situação", alerta a diretora da
Carvalhão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;Onésimo Lopes, técnico de educação do Senai Honório Gurgel,
conta que, com tanta demanda, as empresas têm inscrito no curso da entidade até
funcionários de outros segmentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;"Mais de 60% dos alunos das turmas trabalham em outras
áreas", diz ele, completando que os alunos desejam trabalhar em Campos dos
Goytacazes e Macaé.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;Para Flávio Matias, a busca por capacitação tem crescido, já
que, depois de formado, o profissional tem facilidade para conseguir um
emprego. Todos os meses, novas turmas são abertas, com alunos de dentro e fora
do estado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;Saiba onde e como se capacitar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;Senai&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;A pré-matrícula para o curso de operador de guindaste pode
ser feita no site www.cursosenairio.com.br. Depois, o candidato deve apresentar
a documentação (identidade, CPF, certidão de nascimento, comprovante de
escolaridade e carteira de trabalho) em até 48 horas. É preciso ter concluído o
5 ano do ensino fundamental. O curso tem duração de 30 horas. Quem quiser saber
mais pode ligar para o telefone 0800-023-1231 ou enviar e-mail para
faleconosco@firjan.org.br.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;Sest/Senat&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;A unidade São Gonçalo tem turmas programadas para os dias 26
de maio e 2 , 9 e 16 de junho. A carga horária é de 40 horas. O investimento,
de R$ 800. Os candidatos devem saber ler e escrever. Telefone: 2702-8500. Site:
www.sestsenatsaogoncalorj.com.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;Industec&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;No curso, as turmas aprendem sobre tipos de guindastes,
lanças, cintas, cabos, tabelas de cargas e normas, entre outros temas. A carga
horária é de 48 horas, divididas entre aulas teóricas, cálculos, NRs e aulas
práticas. O candidato precisa ter carteira de habilitação D. O curso custa, à
vista, R$ 740 e pode ser parcelado em até 12 vezes nos cartões. Mais
informações podem ser obtidas no site www.cursoindustec.com.br ou pelo telefone
2633-1783.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;br&gt;</description><pubDate>2013-05-22T07:16:00</pubDate></item><item><title>Brasil quer gerar eletricidade a partir de resíduos sólidos urbanos</title><category>Notícia</category><link>http://www.gnbc.com.br/gnbc/detalhenoticia.aspx?id=B233E16D-6AEE-43BA-AB8B-5BC24B6302B3</link><description>&lt;br&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Representantes do governo federal e do setor privado se reuniram na última quinta-feira (16), em São Paulo (SP), para debater a viabilidade técnica e econômica da implantação, no Brasil, de uma usina de geração de energia elétrica a partir da incineração de resíduos sólidos urbanos - tecnologia conhecida como mass burning. As discussões foram baseadas em dados iniciais de um estudo contratado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que mostra como esse tipo de tecnologia é usado em outros países, o possível modelo de negócio nacional e o arcabouço legal necessário.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br&gt;Um dos pontos cruciais do debate é o custo de instalação e manutenção do empreendimento. “Uma usina como essa tem capacidade para, através da incineração, converter os resíduos em vapor, por onde é gerada a energia elétrica. Além disso, ela opera com filtros destinados ao tratamento dos gases efluentes da combustão, antes que eles sejam dispersos na atmosfera. Segundo o estudo, realizado pela Proema Engenharia e Serviços Ltda, toda a estrutura envolve um investimento estimado em 140 milhões de euros, além do custo de manutenção, que pode ficar em 29 milhões por ano”, conta Junia Motta, coordenadora da Área de Química da ABDI.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br&gt;Por outro lado, frente aos altos custos desse tipo de recuperação energética estão os impactos ambientais dos aterros sanitários, principal forma de tratamento utilizada no Brasil e que envolve alto risco de contaminação do solo no longo prazo. “O grande destaque do projeto que estamos desenvolvendo aqui é a definição de um modelo técnico-econômico que torne viável a instalação de uma usina de mass burning no Brasil. Por meio do estudo e da colaboração de diversas instâncias envolvidas, estamos adequando esse objetivo à realidade do país e, com isso, tornando-o possível”, afirma o gerente de projetos da ABDI, Miguel Nery.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br&gt;A versão final do documento deve ser apresentada em julho, mas empresas como Braskem, Foz do Brasil/Odebrecht, Foxx e Proema já estão inseridas no debate e participaram do encontro. Também estiveram presentes representantes do Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (Plastivida), da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) e da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP).&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br&gt;Entre os dados mostrados no evento está o crescente uso do mass burning em países como Estados Unidos, Portugal, Inglaterra, França e, principalmente, Alemanha. “Vemos que essas nações promovem cada vez mais a incineração, ainda que também realizem outros tipos de tratamento de resíduos, como reciclagem, compostagem e aterros sanitários. A Alemanha se destaca por promover os mass burning desde 1965 - em 2009, o país já tinha cerca de 70 usinas - e por já não possuir aterros, seguindo a diretriz da Comissão Europeia de eliminar todos os aterros sanitários até 2020”, descreve Maria Helena Orth, diretora da Proema.&lt;/p&gt;</description><pubDate>2013-05-22T00:00:00</pubDate></item><item><title>Lobão prevê dobrar trabalhadores na indústria naval</title><category>Notícia</category><link>http://www.gnbc.com.br/gnbc/detalhenoticia.aspx?id=F74D17F3-4E09-4A54-8F52-2DC0BCDEB3AD</link><description>&lt;br&gt;&lt;p&gt;O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou nesta segunda-feira (20) que a indústria naval brasileira terá em pouco tempo cerca de 100 mil trabalhadores. "Hoje já são 54 mil", disse, durante &lt;a href="http://nnpetro.com.br/pt-br/noticia/estaleiro-atl-ntico-sul-entrega-hoje-quinta-embarca-o-do-promef" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;&lt;u&gt;cerimônia de entrega do navio Zumbi dos Palmares&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; à Petrobras Transporte S.A. (Transpetro), em Pernambuco.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ministro destacou a retomada dos investimentos no setor. "Há dez anos, a indústria naval brasileira estava moribunda", afirmou, ressaltando que esse novo modelo representa um "Brasil novo".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lobão afirmou ainda que dentro de alguns meses o país contará com o pré-sal, que "dobrará a produção" brasileira. "Assim, o Brasil vai se mostrando", afirmou.&lt;/p&gt;</description><pubDate>2013-05-22T00:00:00</pubDate></item><item><title>Multinacional contrata engenheiro de produto</title><category>Notícia</category><link>http://www.gnbc.com.br/gnbc/detalhenoticia.aspx?id=DCA0B1BD-3AC6-4D24-9B10-226A1468E667</link><description>&lt;p&gt;A Petra Executive Search está selecionando engenheiro de produto para atuar em uma grande multinacional do ramo de óleo e gás, que está construindo uma fábrica no Porto do Açu, em São João da Barra, Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cargo exige profissionais com ensino superior completo na área de Engenharia Mecânica; experiência em ambientes de simulação numérica, desenvolvimento de produto ou P&amp;amp;D; conhecimento de softwares de análise e projeto em engenharia; métodos de projeto e otimização em engenharia; métodos de discretização e de cálculo numérico; linguagens de programação; disciplinas de cálculo avançado (histórico); e inglês fluente. Será considerado diferencial no processo de seleção a experiência no setor de óleo e gás offshore e de relacionamento com a Petrobras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O perfil procurado é de um profissional dinâmico, proativo, organizado, eloquente, com bom relacionamento interpessoal, flexível; capaz de raciocínio lógico e numérico apurado; responsável pela resolução de problemas complexos; com habilidade de concentração; e capaz de transferir conhecimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Reportando-se ao Líder de Engenharia de Produto, o selecionado será responsável pelo projeto, dimensionamento, análise e verificação numérica da seção transversal de camadas dos dutos flexíveis, através do uso e desenvolvimento de ferramentas analíticas em acordo com a abordagem técnica da empresa e os requisitos do cliente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com a Petra, o pacote salarial é atrativo e há oportunidade de desenvolvimento de carreira no Brasil e/ou no exterior. A empresa contratante é líder de mercado em sua área de atuação e &lt;nobr&gt;&lt;a class="FAtxtL" id="FALINK_1_0_0" href="http://nnpetro.com.br/pt-br/oportunidade/multinacional-contrata-engenheiro-de-produto#"&gt;&lt;font color="#0066cc"&gt;oferece&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/nobr&gt; qualificação profissional com programa de treinamento interno.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;a title="" href="http://pessoas.vagas.com.br/vagas/v714114" target="_blank"&gt;Para candidatar-se a vaga, clique aqui!&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>2013-05-21T07:12:00</pubDate></item><item><title>Vice-prefeito de Macaé buscará ampliação do aeroporto em Brasília</title><category>Notícia</category><link>http://www.gnbc.com.br/gnbc/detalhenoticia.aspx?id=7D718E81-066B-4D62-88C9-72A1A3BE628A</link><description>&lt;br&gt;&lt;span class="noticia-conteudo"&gt;O vice-prefeito de Macaé, Danilo Funke, 
recebeu na quinta-feira (16), em seu gabinete, a Superintendente da 
Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (INFRAERO), Sônia 
Paiva, para discutir o projeto de ampliação do Aeroporto de Macaé, as 
demandas para que as obras se concretizem e as prioridades. A obra 
custaria cerca de R$  20 milhões.            &lt;br&gt;&lt;br&gt;
            
            &amp;nbsp;Hoje o aeroporto não tem capacidade para receber aeronaves 
de porte maior, já que as dimensões de pista e o asfaltamento não estão 
dentro das regras da Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC). De acordo
 com Sônia, as obras de ampliação não seriam contempladas pelo Programa 
de Aceleração do Crescimento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
- O PAC não abrange o nosso aeroporto porque não está dentro das cidades sedes das Olimpíadas e da Copa do Mundo - declarou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Durante a reunião, a solução apresentada por Sônia para que essa 
ampliação aconteça é levar à presidência da INFRAERO, em Brasília, as 
necessidades do município de receber vôos comerciais “seja por turismo, 
ou pelo mercado de trabalho, mas por enquanto só enviamos a demanda 
offshore, que é quem reivindica essa necessidade. Precisamos da união de
 órgãos como o Firjan, Acim, CVB e da Prefeitura”, disse.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Reconhecendo a real necessidade de uma reforma no setor aéreo da cidade,
 Funke se comprometeu a ajudar na articulação política para que o 
projete siga em frente. O vice-prefeito vai enviar um memorando às 
entidades solicitando uma reunião para elaborar essas demandas, que 
apresentará em Brasília, na presidência da Infraero, no dia 27 de maio. 
“Vamos levar esse documento. Não é aceitável que o aeroporto de Macaé 
não suporte vôos comerciais de grande porte. Temos essa necessidade e 
vou contribuir para que isso aconteça” completou.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;</description><pubDate>2013-05-21T00:00:00</pubDate></item><item><title>Novo porto vai garantir relevância de Macaé no cenário nacional </title><category>Notícia</category><link>http://www.gnbc.com.br/gnbc/detalhenoticia.aspx?id=C228637E-2665-4ADD-A633-2F03688BAC32</link><description>“O novo porto é fundamental para que Macaé garanta sua relevância no mercado de petróleo e pague sua dívida social com a população.” Foi de forma contundente que o Prefeito de Macaé, Dr. Aluízio, defendeu o projeto de implantação do Terminal Logístico de Macaé (Terlom) – projeto da iniciativa privada para instalação de um novo porto no município – e conquistou o apoio de empresários do ramo offshore para o empreendimento durante reunião da Comissão Municipal da Firjan na quarta-feira (15).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;                        O encontro foi articulado pelo Prefeito com o objetivo de discutir as necessidades das empresas que atuam na indústria do petróleo em Macaé junto à Queiroz Galvão Desenvolvimento de Negócios, empresa idealizadora e responsável pela implantação e operação do Terminal. Além de integrantes da Comissão Municipal da Firjan, estiveram presentes representantes de Associação Comercial e Industrial de Macaé (Acim), RedePetro, IADC (Associação Internacional das Empresas de Perfuração), Sebrae, SPE (Sociedade de Engenheiros de Petróleo), ABESPetro, Soamar (Sociedade dos Amigos da Marinha), OAB, da secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Fundo Municipal para o Desenvolvimento Econômico (Fundec).&lt;br&gt;&lt;br&gt; - O governo vê o porto como a garantia de uma posição estratégica para a cidade. Precisamos diversificar a economia sim, mas a indústria do petróleo é hoje a grande vocação econômica de Macaé, que só continuará a ser grande cidade do petróleo no Brasil se tivermos grandes investimentos que garantam a estrutura para que indústria permaneça no município e nisso o porto é de fundamental importância. A indústria do petróleo precisa ter peso, voz e capacidade de definição nesse projeto, pois Macaé precisa da indústria cada vez mais forte para que a população possa sobreviver às grandes ameaças desse momento e para que se possa pagar a grande dívida social que a era do petróleo tem com os nossos cidadãos - ressaltou Dr. Aluízio.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Durante a reunião, os empresários puderam conhecer detalhes técnicos do projeto, que prevê uma plataforma marítima com cerca de 90 mil metros quadrados com área para atendimento de 14 embarcações de grande capacidade simultaneamente e uma área de 400 mil metros quadrados em terra de apoio à operação offshore.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Empresa quer iniciar operação do Terlom em 2017&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Superintendente de Novos Negócios da Queiroz Galvão, Paulo Roberto garantiu a viabilidade do Terminal, que se encontra em fase de licenciamento e de elaboração do projeto básico, e afirmou que a empresa está empenhada em atender ao cronograma da indústria de petróleo, que precisa ampliar as atividades portuárias de forma urgente.&lt;br&gt;&lt;br&gt; - Esse projeto é para nós uma realidade e é uma das principais apostas da Queiroz Galvão. Já demos entrada no processo de licença ambiental e nossa expectativa é de obter a licença prévia até o final do ano. Estamos tomando todas as precauções para cumprir exigências dos órgãos públicos e de licenciamento e para atender as necessidades do mercado offshore, inclusive com a negociação para a utilização do Terminal pela Petrobras. Nossa expectativa é iniciar a operação do porto no início de 2017 - declarou.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br&gt;</description><pubDate>2013-05-21T00:00:00</pubDate></item></channel></rss>